Notícias


Participe da partida #HeForShe

 

Em 24/11, às 15h, no Estádio Universitário da Pucrs (Av. Ipiranga, 6690), acontecerá partida de futebol em prol da campanha #HeForShe (#ElesPorElas), da Organização das Nações Unidas (ONU).
A atividade, que conta com o apoio da AMATRA IV,  é promovida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, Tribunal Regional Eleitoral do RS e Tribunal Regional Federal da 4ª Região. O jogo será disputado por magistrados e servidores das três instituições. A partida será mista, com a participação de homens e mulheres.

Inscritos até 21 de novembro participarão de sorteio de camisetas autografadas da dupla Gre-Nal.

As inscrições podem ser feitas no site do TRT-RS no link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_1L6T0ePjLK75i7VkdNhgTnVXswkZxtBf4SyFevdI330RDA/viewform

O evento é aberto ao público.

Em tempo: o movimento HeForShe é um esforço global para envolver os homens na remoção das barreiras sociais e culturais que impedem as mulheres de atingirem seu potencial.

(Com informações da Secom/TRT-RS)

 

Reforma trabalhista: após um ano, geração de empregos ainda é promessa

REFORMA TRABALHISTA: APÓS UM ANO, GERAÇÃO DE EMPREGOS AINDA É PROMESSA

Principal efeito das mudanças na legislação foi a queda no número de novas ações na Justiça
A reforma trabalhista que completa um ano de vigência no domingo cumpriu sua meta de reduzir o número de ações trabalhistas, desafogando o Judiciário brasileiro, mas o ritmo de geração de novos empregos está distante do prometido pelo governo federal. Especialistas analisam que os resultados ainda sofrem a influência de um cenário de insegurança jurídica, somada a baques que a economia sofreu em 2018.

Em julho de 2017, pouco após a sanção presidencial da Lei 13.467/2017, o Ministério do Trabalho divulgou a estimativa da criação de 2 milhões de postos de emprego nos dois anos seguintes à entrada em vigor das alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), até setembro deste ano, apontam a necessidade de uma aceleração fora da curva para que a previsão se cumpra. Em 11 meses - desde novembro de 2017, quando a reforma entrou em vigor -, o saldo de empregos gerados é de 372.748. Pelo menos o volume foi maior do que o mesmo período anterior, que chegou a ser negativo: perda de 370.239 postos. As comparações podem conter distorções, segundo o pesquisador do FGV/Ibre e IDados Bruno Ottoni:

Leia mais...

“O que a Justiça do Trabalho tem a ver com você?”: confira a campanha da Anamatra lançada em 18/9

A Justiça do Trabalho está presente de forma constante na vida dos brasileiros. Ela soluciona conflitos nas sensíveis áreas dos acidentes do trabalho e erradicação do trabalho escravo. Ela também evita a concorrência desleal entre empresas e ilegalidades. Em outubro, quando for votar, preste atenção no que diz o seu candidato.

Assista ao vídeo em https://www.facebook.com/Anamatra/videos/1860093810776227/
Compartilhe!

Conscientização: campanha contra o trabalho infantil acontecerá na Arena amanhã

Na tarde desse sábado, 27/10, na partida entre Grêmio e Sport Recife, na Arena, a AMATRA IV e entidades parceiras realizarão mais uma etapa da campanha contra o trabalho infantil. Durante a atividade, que iniciará às 14h30, haverá a distribuição de materiais explicativos e lúdicos que lembrarão a importância de todos estarem unidos contra a prática. A "convocação" também circulará pelo gramado (por meio de faixa) e nas camisetas das crianças que acompanharão os jogadores quando do ingresso em campo.
A campanha, que já ocorreu no Rio Grande do Sul em jogos do Internacional e do Juventude, é organizada pelo Programa Trabalho, Justiça e Cidadania (TJC) da AMATRA IV, Programa Nacional de Combate ao Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem do TRT-RS e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT).


Em tempo
Conforme o IBGE, são mais de 2,5 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos que trabalham no Brasil. A legislação proíbe o trabalho para menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14.

Passado e presente unidos na homenagem da AMATRA IV pelo Dia do Magistrado

Comemora-se neste sábado, 11/8, o Dia do Magistrado. Para celebrar esta data, a AMATRA IV publica entrevistas com quatro associados sobre a carreira e suas especificações. Nelas, são apresentadas a análise de dois de seus primeiros associados, colegas que já cumpriram seu tempo de profissão e hoje estão aposentados, e a perspectiva de dois jovens juízes que ingressaram na Justiça do Trabalho da 4ª Região em 2017.
Nos relatos de tempos idos e atuais, alguns aspectos em comum nas respostas de Alcina Tubino Ardaiz Surreaux, Gilmara Pavão Segala, José Fernando Ehlers de Moura e Rodrigo de Mello: o amor pela profissão que é vista como um sólido caminho de pacificação social. Por meio desta série de depoimentos, a Associação homenageia a todos - magistrados e magistradas - que diariamente labutam para tornar o Brasil um país mais justo.

SIGAM SUAS CONVICÇÕES
Alcina Tubino Ardaiz Surreaux, 91 anos, primeira mulher a ocupar o cargo de presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS)

Nasceu em Quaraí/RS no ano de 1926. Graduada em Direito pela UFRGS em 1950. Em 1957, prestou concurso para o TRT-RS. Ingressou na magistratura em 23/7/1958. Em junho de 1959, tomou posse no cargo de juíza presidente da Junta de Conciliação e Julgamento de Novo Hamburgo/RS. Entre 1960 e 1979, ocupou a Presidência da 1ª JCJ de Porto Alegre. Em 1981, instalou a 3ª Turma Julgadora do Tribunal, da qual foi a primeira presidente. Foi eleita para ocupar a vice-presidência do Tribunal no biênio 1983/1985, tendo sido a primeira mulher a estar à frente do cargo. Também foi a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente do TRT, que exerceu no período de 1985 a 1987. Aposentou-se em 1988.

Quais as suas expectativas quando do ingresso na carreira?
Minha expectativa era de desempenhar bem a função.

A magistratura, e em especial a trabalhista, foi uma meta ou surgiu no decorrer de sua profissionalização?
Inicialmente não foi uma meta, e sim a vontade de aproveitar a oportunidade que surgiu na época, pois a carreira me interessava muito. Sentia-me mais identificada com a função de juíza do que no exercício da advocacia.

Leia mais...

Facebook

Rua Rafael Saadi, 127 | Bairro Menino Deus | Porto Alegre, RS | CEP: | Tel/Fax: (51) 3231-5759